quarta-feira, 31 de março de 2010

Cansei de idiossincrasias...


A idiossincrasia do que é o humano em pleno estado de putrefação, eis um título que sempre tive vontade de colocar em um texto, mas que nunca consegui, talvez, por falta de oportunidade.

Mas hoje me sinto confortável para falar na mesmice humana da previsibilidade, a partir da noção quântica de colapso. O que é um colapso? Nada mais do que a "escolha" do elétron em se precipitar aqui, ali, ou noutro lugar, sem que nós - os e as dominadoras da vez - possamos ter qualquer idéia a respeito do lugar e da exatidão de para onde foi o bichinho.

Isso marca nossa burrice existencial em pretender saber do holos, sem, contudo, olhar a simplicidade do que é simplesmente um mar de probabilidades que coexistem em múltiplos universos.

Quanta arrogância vomitamos nas academias (ainda se fosse nas academias de ginástica, estava explicado por causa da anorexia), falando demais por não termos nada a dizer. Falamos em subsunção, hermenêutica, fechamos o mundo plúrimo em dualidades que expõem a falácia do discurso de lisura, que esconde a ditadura da libertação, na qual o mais ardoroso membro de um clã autocrático atua no mesmo abismo existencial de uma baluarte do movimento dos excluídos.

Eis o binário 0-1: sim, sim, não, não. O que o sim e o não têm em comum? O restante da frase em que são gerados...

Hahahaha...doce ironia viver num mar de limitações quãnticas, na pobreza do que se revela na academia...

Como falar sobre o feminino sem fazê-lo de um espaço de fala masculino?

A maior preocupação que tem me rondado durante esses dias de contemplação dos livros diz respeito ao famigerado "método" de pesquisa. Como pesquisar? Como ler? Como traçar percursos epistêmicos para falar das sofridas dores do feminismo?

Transito todos os dias de Feyerabend (ai, ai, que saudade da Física) a Morin, de Popper a Gramsci, mas nada, absolutamente nada me apraz, saeb por que? Porque são leituras de quem está no local de fala androcêntrico, dualista, sectário e redundantemente dual.

De que adianta falar sobre gênero e feminismo se me valho de tecnologias de pesquisa que me soterram a alma num lamaçal de percursos que desintegram minha essência? Nossa, que pobreza a indução, a deduação, o funcionalismo, o estruturalismo, os "ismos" catalográficos se meu espaço, se minha vivência traçam meu método (ou a ausência dele)?

Impressionismo? Talvez, mas coerente com o que me proponho a fazer, uma subversão quase que anômica em relação ao que foi definido, desde o Iluminismo, como métodos para apropriação de discurso, conhecimento e poder.

Honesto, honesto, muito honesto, ainda mais em se tratando da pobreza existencial que envolve a vã tentativa do Direito de se firmar (numa perna-de-pau) num campo de episthème. Qual o campo? Qual o foco? Ciência? Objeto? Auto-observação? Auto-referência legitimante? Um Direito que insiste em se apegar à forma, ao isolacionismo macarrônico de utilizar verborréia para criar realidades semânticas que pouco valem para a real compreensão do problema alheio. Quem dirá solução ou quiçá administração. Deveria ser admoestação, palavrinha xarope que se usa muito na verborréia juridiquesa.

Às vezes penso que me falta o ar que respiro quando penetro no cadafalso jurídico. Falta-me ar, sem, contudo, não me faltar chão, pois não estou no chão. Encontro-me no horizonte, entre o céu e a Terra, imersa no éter.

Mas quando todos e todas acham que viajo na maionese, eis que apareço, cada vez mais consciente, para ajudar, para assistir, para doar e, dentro disso, não necessito de julgamentos. Eles geralmente vêm de quem está chafurdando no androcentrismo, jurando ser libertário ou libertária e sensível à crítica feminista... Somos mais patriarcas do que supomos ser, a começar do acesso à propriedade, um discursinho burguês apropriado no sentido de igualdade...

Blargh, morram os condenados e as condenadas à ignorância de si. Cansei de circular entre tanta gente que não se olha no espelho e, não se olhando, não vê seu ego feio, coitado, dando pulos por um pedaço carcomido do pão da sabedoria.

Enquanto todo mundo achar que meu negócio é fazer yoga e ser purpurina, rio sozinha da imbecilidade que é o espetáculo humano da vaidade dos que colocam botox no cérebro, a pretexto de elongar mais os neurônios e facilitar as sinapses.

Rio porque sei que a queda vem para todos e todas, bastando a nós a contemplação da decadência que, ao final, traz o desespero para quem não sabe de si, a essa altura do campeonato!

segunda-feira, 29 de março de 2010

Estereótipos da desilusão...

Insistir em assistir a filmes estereotipados é assim mesmo, uma delícia para aguçar a mente a descobrir as pegadinhas para a alma libertária. Hoje a bola da vez foi um filme em que, para variar, o homem (na verdade, o marido) trai a esposa, depois de 30 de casado, vai em busca da eterna fonte da juventude, numa relação com a moça mais nova.

A esposa, descobrindo que passara 30 anos fritando bolinho, escutando lorota "vou mudar" e sempre experienciando as mesmas dores, decide se separar e voltar à faculdade. Muda-se de casa (já tem dois filhos grandes) para o alojamento e conhece uma jovem que talvez tenha a idade da namoradinha do ex-marido.

Começa, então, a jornada de descoberta, pois ela, no auge dos seus 50 anos, volta a jogar basquete, marca cestas certeiras, apaixona-se pelo professor de Literatura e, dentro disso, pulveriza a imagem da mulher sodomizada que se colocava sempre a esperar a redenção do marido (redenção que não passava de palavras ao vento).

Assistindo ao filme senti-me livre, definitivamente liberta de grilhões de uma compaixão que, por muitas vezes me fazia recuar e, no recuo, impelia-me para o abismo. Não existe volta quando se decide arrancar parte de si. A dor simplesmente é lembrada pela chaga que ora tenta cicatrizar, ora explode em sangue.

Prefiro optar por minha vida de certeiras certezas de incertezas sobre mim a vagar, depois de 30 anos de falência conjugal, numa tentativa de desespero de tentar me adequar a um jogo muito sutil e bem elaborado de tamanhas mentiras, forjado nos umbrais de uma miscelânea de um masculino que pouco está sabendo de si...

Como diria Mouse para Neo no filme Matrix, todos nós, antes de acordamos da Matrix, podemos ser um agente em potencial. Não quero, pois, relembrar a cena "cult" da loira de vermelho, pronta para fuzilar o Neo com uma simples bala, ainda que ilusória... Não mais, pois prefiro a honestidade do sangue e da ferida: são honestos em nos lembrar que viver também é dor, a dor da opção que adotamos em dada fase da vida...

domingo, 28 de março de 2010

Será

Ontem foi meu aniversário, bem como aniversário de Renato Russo,que faria 50 anos...Ouvindo a música Será penso e repenso na sensibilidade da alma de uma pessoa como ele que, com tão poucas justaposições, conseguia extrair de sua inquieta alma todo um rol de diversas sensações, vários sofrimentos e dores.

"Tire suas mãos de mim, eu não pertenço a você.
Não é me dominando assim que você vai me entender
Eu posso estar sozinho, mas eu sei muito bem aonde estou
Você pode até duvidar
Acho que isso não é amor
..."


Passamos boa parte do tempo achando que o que existe dentro de nós é a mais bela expressão de amor, mas a verdade é que não sabemos amar além do nosso ego projetado, a fórceps, no outro. Fico pensando na superficialidade de um "amor" que se frustra ao primeiro não em relação a uma proposta, ou, ainda, o "amor" que mente. O amor que tolhe, que arranca uma parte da gente assim, sem pedir a menor licença (claro, licença é um recurso poético, porque não se extrai a alma ou o pedaço de ninguém sob a escusa de amar).

Dominação, a palavra-chave para entender uma tipologia de sentimento imaturo, que trai, omite, mente e aniquila, pouco a pouco, um vínculo entre pessoas. A dominação como herança de nosso lastro colonizador de almas, que se satisfaz apenas ao subjugar o outro e, dentro disso, auferir dividendos num "jogo de perdas e ganhos". Como se viver fosse realmente um cenário de jogos, estilo War.

Hoje fui à feira e encontrei um senhor que costura minhas calças preferidas. Ele havia terminado um casamento de tempos, porque simplesmente não se encaixava num padrão de relacionamento dentro do qual cabe à mulher uma postura e ao homem outra. Sentiu-se sufocado e, diante de tanta falta de ar, iria sucumbir.

Pensei, a partir daí, no quanto me permito deixar sufocar por relacionamentos, pessoas e vínculos que, sob a desculpa de "amar" apenas tentam dilacerar pedaços da minha alma. Minha sorte (nem é bem sorte, é aprendizado depois de tantas tentativas e tantos erros) reside na percepção dos eventos, na observação do que está se apresentando para mim e, com isso, o desenlace em relação aos nós sufocantes.

Realmente, Renato Russo, podemos estar sozinhos, mas sabemos onde estamos, por opção de nossas escolhas em sabermos mais sobre nós mesmos e mesmas. Que belo espetáculo é a contemplação de si!

Feliz aniversário, Renato Russo!

sábado, 27 de março de 2010

Fàilte, Alessandra! O dia do renascimento

O dia do aniversário deveria ser, por excelência, o momento em que definimos - NÓS, aniversariantes - nossas metas, nossos projetos e, mais simples ainda, a maneira como comemoramos ou desejamos comemorar a data.

É, ainda, por excelência, momento de expressão da mesmice de quem não está fazendo aniversário, em querer se imiscuir, se enfiar, literalmente, nos programas traçados - se é que são traçados.

Hoje é meu aniversário e estou simplesmente agindo ao arrepio de todas as demonstrações afáveis de compromissos, porque não estou disposta a pactuar almoços, cafés, bares, encontros. Tirei o dia para fazer o que desejar, sem programar o que, onde ou com quem quero estar. Isso traz uma emoção e um resgate tão grande da minha alma, que a sensação que tenho é de estar recomeçando...

É, de certa maneira, um começo de menos um ano nessa vida e, dentro disso, quero cumprir meu compromisso comigo e com a minha felicidade, pois tenho certeza que mereço continuar sendo a pessoa feliz que sou, pelo simples fato de ser e estar assim: EU!

Para esse novo "menos um ano", continuarei meus estudos, minha meta de me conhecer e, dentro do meu conhecimento, compreender a dinâmica da alteridade em sua simplicidade. Continuarei na senda de não me permitir que o discurso intrusivo de hierarquia e mentira patriarcal convença-me da existência de príncipes e finais felizes para as princesas que se submetem.

Contra tudo e contra todos que desejam a opressão, apenas o desejo de descobrirem o quanto é maravilhosa a sensação de ser liver, sem enfiar um dente no pescoço alheio, ou, ainda, sob máscaras de benevolência, cercear ou limitar o outro.

No dia do meu aniversário, dos 37 anos de luta constante, desde o dia em que nasci, desejo a todas as pessoas a felicidade!

terça-feira, 23 de março de 2010

La cenicienta que no quería comer perdices

La cenicienta que no quería comer perdices ou "A Cinderela que não queria comer perdizes" é o nome de um livro que foi lançado na Espanha e já vendeu mais de 50 mil exemplares. O título faz alusão ao tradicional final de contos em espanhol, que acabam com a frase "foram felizes e comeram perdizes."
O livro, escrito por Nunila López Salamero e desenhado por Myriam Cameros Sierra, tenta imaginar como seria a vida de personagens dos contos de fadas no século 21.

A Cinderela espanhola do século 21 percebe que é uma mulher maltratada pela madrasta e suas irmãs, abandonada pelo pai, forçada a estar magra para caber roupas de manequim 38, e que o príncipe, depois de se tornar seu marido, era mandão e eterno insatisfeito. Então a princesa se rebela, vira vegetariana, sai do baile só de madrugada e larga o príncipe encantado. Ela também se reencontra com outros personagens de contos clássicos que decidem mudar sua vida: com por exemplo a Bela Adormecida, explica como acordou sozinha; Branca de Neve sai da depressão, deixa o Prozac(remédio ansiolítico)e resolve se bronzear até ficar morena.

As autoras mandaram o projeto a várias editoras, mas não conseguiram retorno. Só depois de terem conseguido o dinheiro para a primeira publicação com a ajuda de amigas e de associações de combate à violência contra a mulher e com o sucesso imediato, chamaram a atenção de uma grande editora espanhola, a Planeta, que publicou o texto."

Disponível em PDF: lacenicientaquenoqueriacomerperdices.pdf

A liberdade de ser mulher(es)!


Hoje acordei cedo, caminhei e respirei o ar com cheirinho de mato, sendo remetida, logo pela manhã, para a atmosfera de Alto Paraíso, com sua infinidade de aromas e cores.

Enquanto caminhava, pensei no quanto é importante que nos realizemos como mulheres maravilhosamente diversas na expressão de nossas individualidades.

Lembrei-me de um livro que acabei de ler sobre a história do feminismo, abordando a discriminação que as lésbicas sofreram para se firmarem dentro de uma proposta feminista, por ser "destoantes" de um modelo de feminismo que não contemplava a diversidade. Com isso, refleti sobre a significação por trás da palavra "mulher", que encobre, de fato, a pluralidade que um "s" ainda não é capaz de expressar, à plenitude!

Enquanto pensava, preparei meu espírito para ir até a Câmara dos Deputados participar do Seminário Mulheres do Futuro: a formação de uma geração consciente. Fiquei nervosa porque, diante de tantos atropelos numa vida sentimental que me impele para a batalha diária contra a misoginia e o machismo, julguei estar atrasada para o evento.

Mesmo assim, fui, lancei-me em algo em que verdadeiramente acredito. E não é amor "romântico", "espera de príncipe encantado" ou mentira de "alma gêmea" forjada em uma unicidade que apenas me vê como prolongamento do ego, mas, antes, era algo que estava fazendo por mim, para mim, ou seja, na mais íntima relação do meu eu comigo mesma (isso, quero ser mais redundante ainda).

Como fiquei feliz em ver e me perceber diante da diversidade! Mulheres, unidas em torno da celebração das diferenças ideológicas, políticas, fenotípicas, culturais. Mas, enfim, nós, mulheres, que lutamos, dia após dia, para romper os grilhões de uma ignorância que ainda insiste em povoar o imaginário popular, bem como a mente de nossos maravilhosos amigos, companheiros, noivos, maridos, parceiros. A resposta para tanta escuridão é a felicidade de uma alma que brilha ao estar no espaço de calmaria interna.

Entrei no plenário e logo me acomodei em meio de tantas mulheres e poucos, pouquíssimos homens. Onde estão meus antigos namorados que, outrora, diziam-se respeitadores de novos paradigmas? Onde estão os que se diziam libertários? Não estão, porque, no fundo, não se libertaram e, não se libertando, não podem emancipar seus discursos. Apenas assistem, mas não vivenciam dentro de si a libertação da ignorância. A vitrine que coloca diante deles apenas para a contemplação, tal qual sempre fizeram, ao final, os descrentes dos movimentos feministas...

Sem problema, pois, afinal, nada retira a maravilhosa sensação de estar ali, participando, opinando, refletindo e compartilhando idéias com mulheres que sabem de si! Saí de lá olhando para um céu diferente hoje, o céu do espírito alimentado pelos auspícios de novos tempos em minha vida, tempos de conforto e respostas para minha alma que se sucateou bastante, mas não se deixou destruir...

segunda-feira, 22 de março de 2010

A plenitude do SER, só!

Estou na paz comigo, sozinha, depois de tanto desmoronamento da minha alma atingida em sua LI BER DA DE... Não quero flores, não quero afagos, quero apenas respeito a inteligência e desejo de me relacionar em igualdade, sem hierarquias e outras sectarizações.

Alma sensível, que flui

terça-feira, 16 de março de 2010

Entre o concreto e o bambuzal


Descia hoje por uma vereda de sonhos, atravessando um doce mar verdejante, que logo me ligaria à pompa de um grande elefante de concreto. Do ICC, imersa nos discursos ainda tão inocentes dos estudantes imberbes, fui arrebatada por aquele mar...

Um mar de sonhos, dos sonhos que nutri durante uma vida inteira...

Parei no bambuzal, perguntando como seria possível tanta felicidade contida em um só segundo de contemplação. Parei, respirei e sorvi o Universo de sensações, apenas deixando penetrar em cada poro um pouco da retumbância do verde e amarelo bambu. Longe do patriotismo, ele me levou ao mar...

Doce mar bem no meio do cerrado...

domingo, 7 de março de 2010

Poderosas mulheres, tortuosos caminhos de libertação

Estamos às vésperas do Dia Internacional da Mulher, salve, salve!

Muito se comenta sobre esta data ser excludente, inclusiva, anti-feminista, anti-feminina, enfim, nas inúmeras divergências, reina sempre espaço para a diversidade de opiniões, de modo que a minha não poderia ser diferente.

Quando observo todas as conquistas históricas que obtivemos com muito sangue e suor, fico muito alegre, porque sinto o ar da emancipação. Emancipação que se reflete no mercado de trabalho, na profisisonalização, no meio acadêmico. Por todos os lados, surge nossa figura...

Porém, a reflexão de hoje caminha por outro sentido...

Somos mulheres, somos maravilhosamente emancipadas...

Por que, então, tantas escolhas tortuosas?

Eis o outro lado da moeda: o paradigma patriarcal está em seus últimos suspiros, morrendo e desejando levar consigo as mulheres empoderadas. A imagem do machistão coçando o saco, vendo partida de futebol com o pé na mesa, gritando, "mulher, faz um rango aí" está sendo substituída por outra, a do bebê-companheiro-marido, um ser completamente dependente emocionalmente, desejoso de plugar seu cordão umbilical em outra mulher, pois a "mama" não dá conta mais.

O "bebezão" chega de mansinho, pseudo-libertário e geralmente aplaude cada ato da mulher empoderada, sem se revelar. É contra o machismo, a favor do movimento feminista "apesar dos exageros" (olha o perigo aí). É solícito, compreensivo, pero no mucho...

Basta um espaço de conflituosidade maior para a máscara cair de vez e, com ela, a relação que pretendia fugir da hierarquização, mas, que, de fato, chafurda nela. Tststs.

Complexo, bem complexo, porque nossos maravilhosos "homens libertos" estão mais presos do que nunca, em gaiolas simbólicas e ideológicas mais sutis, que utilizam o discurso de libertação, mas, que ao primeiro sinal de perigo, elaboram planos mirabolantes de destruição do feminino.

Mulheres inteligentes (o que é redundante), escolhas insensatas...

E viva o Dia da Mulher!

sábado, 6 de março de 2010

Dia 27 de Março, a Hora do Planeta!


Dia 27 é uma data muito significativa, pois além de ser meu aniversário (o que não trazia maiores surpresas), esse ano será o dia da Hora do Planeta, uma ação global que visa despertar a conscientização, para que, em todo mundo, entre 20h30min e 21h30min todas apaguemos as luzes, poupando, em cadeia, energia elétrica e, com isso, reduzindo o impacto de nossa passagem por esse planeta tão legal!

O evento começou em Sidney, na Austrália, e chegou a poupar 10,2% de energia.

Legal, não é?

A dica da WWF é legal também: utilizar esse dia - essa noite, enfim, para não se gastar NADA de energia. A sugestão: jantar a luz de velas, o que acham? Vamos comprar a idéia?

sexta-feira, 5 de março de 2010

Let's lota!

Bonitinho, não?

Mais do que isso, é indicado para rinite, sinusite, resfriados alérgicos, alergias respiratórias, ronco, apnéia, efeitos do ar condicionado.

É o lota, um excelente higienizador nasal".

Antes eu limpava meu nariz aspirando água com sal, mas, definitivamente, o efeito com o lota é outro, porque a água atravessa as fossas, de um lado para outro, entrando em uma narina e saindo pela outra. Uma espécie de "circulação" onde essa corrente de água limpa e purifica!

Bastam 500ml para cada narina e, claro, água filtrada ou mineral, ok? Temperatura de mamadeira. Daí, uma colher cheia de chá de sal e, para rinite, duas gotas de limão. Para sinusite, duas de extrato de própolis!

Uau! Que sensação maravilhosa de realmente respirar!

Namastè!

quinta-feira, 4 de março de 2010

Irlanda dos antepassados de todas nós...

Dia 17 a Irlanda comemora, em peso, o Dia de São Patrício, o unificador e conversor da Irlanda ao cristianismo. Mesmo mantenho a "tradição" católica de preservação de datas comemorativas aos santos, o símbolo, por excelência, da Irlanda, ainda é um leprechaun e, pelo visto, o sincretismo religioso tende a fazer convergir a diversidade para a harmonização.

Mesmo imerso nas desavenças entre o Norte e o Sul, esse dia marca, por outro lado, o primado e a força ancestral dos mitos de permeiam e formam o substrato da cultura celta irlandesa. É bem importante lembrar que o "fenômeno" celta não está apenas restrito à Irlanda, pois na França e na Espanha - até na Turquia - tem-se registros sobre esse povo tão vívido e libertário.

Bom, dia 17 é dia de Guiness, a cerveja irlandesa mais famosa, feita com água pura, límpida e cristalina de algum rio onde Morrighan deitou-se com Dagda!

Fàilte, lads!