quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Um dia no Tribunal...

Essa semana foi um barato!

Como há tempos não fazia, fui encontrar uma cliente no tribunal, para resolver uma pendenga que, para variar, era uma grande viagem de alguma criança que não foi sociabilizada pelos parentes e, por conta disso, atribui aos outros a tarefa de expiação de uma responsabilidade que é dos genitores.

Enfim, não vou polemizar porque estou sem paciência com pais irresponsáveis e crianças tiranas (apenas penso no futuro desse planeta na mão de mini-ditadores).

O detalhe mais que legal foi o fato de ficarmos - eu e a cliente (que, na verdade, é para lá de parente ou amiga de outras encadernações) - em pleno fórum, falando sobre o Céu, a Terra, astrologia, tarot, arcanos.

Nossa, eu não ficava tão feliz assim em um fórum chato há tempos!!!!

O processo? A audiência? Que nada, aproveitamos o tempo para a troca de proveitosas informações! Isso que realmente vale a pena, o resto, é cumprimento de tabela cármica!!! Ah, detalhe, carma no sentido de fluxo, e não na idiotice que o Ocidente transformou (ou seja, no arremedo de culpa e expiação). Será que não aprendemos a lição?

Quem vem primeiro: Pluft, o fantasminha, ou Gasparzinho?


"Toda a busca do ser está fadada ao fracasso; esse mesmo fracasso, porém, pode ser assumido. Renunciando ao sonho vão de nos tornarmos deus, podemos satisfazer-nos simplesmente em existir"Simone de Beauvoir...


Sim, claro, não poderia deixar de ser, pois, afinal, que simplicidade em desvendar mitos e histórias de devenires que não se encontram no aqui e no agora, mas numa projeção mental em relação a qual sequer nos damos conta?Nietzsche matou Deus, Simone matou Deus, por que a alusão à morte como estado destrutivo do que não existe a não ser em nossa ignorância? Não estou falando essencialmente de Deus, mas do que criamos à nossa imagem e semelhança (hehehe, e não o contrário) para a justificativa de uma predestinação da qual nosso umbigo egoíco faz parte como protagonista...


O devenir do Paraíso, do Céu, do Nirvana (um não-devenir, mas, enfim), tudo em nossa parca mente de 5% de capacidade desenvolvida parece desembocar numa quebra de sentido de pertencimento no aqui e no agora, porque, com o continuum quebrado, rompido, imputando-lhe uma perspectiva de vir-a-ser (ou não-ser, mas devir), o presente adquire o fardo de ser simplesmente uma "etapa" na jornada da alma, com ulterior libertação. Daí, nada do que está no aqui e no agora vale mesmo a pena, pois o devenir é certo, bem como o Julgamento da minha alma.Com isso, com a perpetuidade da alma, tudo aqui vai para o saco (desculpe, falei assim, mas estou sendo super feliz e não estou com raiva, não!)


Hehehehehe, matamos a Natureza, poluindo rios, lagos, assassinando animais e acabando com a possibilidade de devenir porque o futuro será mesmo no Paraíso.Anestesiamos, pois, nossa alma para que a indiferença ao que se passa aqui (se passa, não, o que se constproi aqui, como ato de vontade NOSSA) seja a mola da destruição... Uhuuu, sejamos, pois, todos e todas, Plufts, Fantasminhas... Ou melhor, Casper, the friendly ghost!

Marcha pela Paz: meia-volta, volver!

É, estou lendo aqui a Marcha pela Paz, que será realizada a partir do dia 02 de outubro, data do aniversário de Gandhi.
Observando a mobilização, não posso deixar de refletir sobre o significado da cultura de guerra, presente subliminarmente até na mais sutil forma de comunicação. "Marcha" lembra inegavelmente o militarismo beligerante, que, por anos, assolou esse país. Lembra, ainda, o carpete de soldados que assolaram o Afeganistão e, até agora, o Iraque...
Marcha lembra a cadência de uma parada de 7 de setembro, na qual a noção de independência cede espaço para o exibicionismo de guerras que já não vencemos há tempos: fome, analfabetismo, ignorância, falta de educação, de trabalho.
Acordei pensando em PASSEIO PELA PAZ... Jornada pela Paz, nunca em Marcha... Uma vez perguntaram à Madre Tereza de Calcutá se ela iria a uma mobilização de luta pela paz... Ela disse, em linhas gerais, que não... Luta é luta, marcha é marcha. Paz é simplesmente o oposto disso...
Não se tem paz com luta, ou marcha... Apenas mais e mais luta... E menos e menos... paz!
Paz para todas nós e todos nós!

domingo, 23 de agosto de 2009

Retorno a lugar algum da alma...


Sugestivo o título? Nem tanto, parecem chavões, que marcam mais chavões e transformam a vida numa tentativa constante de sair do repetitivo, caindo nos...chavões!

Sabe o dia em que um ciclo parece ter se findado?
Foi a maçã, a maçã sempre marca mudanças nos corações... Desde a maçã, avermelhada, com seu pentagrama oculto, que revela os mistérios antigos da ancestralidade, situações magicamente inusitadas acontecem...


sábado, 22 de agosto de 2009

As deusas não são de Vênus nem os deuses sãode Marte!

Acordei pensando numa conversa sobre dualismo, na qual as deusas (mulheres) seriam de um Planeta ligado aos segredos do Amor e da beleza (Vênus), enquanto os deuses (homens) seriam provenientes de Marte, Ares, arquétipo da guerra e da destruição.
Mais uma vez, os arquétipos reducionistas, que apelam para a colocação da mulher no espaço privado da alcova, negando-lhes a plenitude! Sim, negar a guerra às deusas é reduzir a expressão de suas essências de completude.
Lembrando, claro, que essa dicotomia está presente na estrutura arquetípica grega, porque a mitologia celta está recheada de deidades que literalmente "vão à luta". Macha, Morrighu, Cerridwen, Maeve, todas elas dignificam multiplicidade de atributos, e não o encarceramento em torno de uma proposta de sublimação dos sentimentos ancestrais relacionados à guerra.
Portanto, nada de Marte ou Vênus, somos todas vindas do Cosmos, aqui e agora!

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Mitos, lendas e magias da ciência androcêntrica

Hoje estava aquecendo os motores, lendo as bibliografias de metodologia científica, pois daqui a pouco darei aula...

Em um dado momento, deparei-me com "surtos psicóticos" do autor do livro, dizendo que a ciência não "acredita" em magia. Daí, para ilustrar a grande descoberta, o autor em questão começou a falar do trabalho de um antropólogo bem conhecido, que estudou os ritos dos Azande (dei a dica aqui)... Fazendo referência, de maneira bem contundente, à desqualificação da magia para aquele povo...

Fiquei pensando: por onde eu começo? Pelo eurocêntrismo, pelo etnocentrismo ou pelo androcentrismo? Foram tantos "imos" que a minha mente entrou no transe dos Azande mesmo...

Como esse autor explicaria, por exemplo, dentro do "causalismo" científico, o que acontece na trajetória dual de um feixe de luz? Como explicaria, onde ninguém explica?

Como explicar as providenciais correlações entre campos quânticos, auras, chackras, onde nós, ocidentais, nunca conseguimos????

Não sei, mas fica a dica... A ciência, nos primórdios, era considerada "mágica"... A magia está no ar, no romanceamento da ditadura iconoclasta dos falsos profetas...

Afff...

domingo, 16 de agosto de 2009

Mulheres de 30 em crise? Só se for de escutar tanta abobrinha!

Acabei de abri meu e-mail e me deparar com uma notícia sobre as mulheres em crise aos 30 anos, por se tornarem "balzaquianas".

Não pude deixar de rir, porque, no fundo, é a repetição da mesma ladainha: mulher, estética, idade, filhos e marido.

Já repararam que não se fala sobre isso tomando o universo masculino como foco? Por que? Não responderei, claro, mas deixo a discussão em aberto, porque é importante modificar essa concepção "chocadeira" e "nutriz"....

Fico pensando: eu sou um E.T. de Varginha, pois: tenho 36, não tenho marido e detestaria dividir espaço com alguém (já dividi e não gostei, pelo simples fato de... não gostar), não tenho filhos ou filhas, e, muito menos, tenho pretensão em ter, porque não entendo que minha feminilidade e "realização" - no sentido de completude - advém de um ser que egoicamente eu coloco no mundo.

Decididamente é hora de repensar espaços de atuação e poder, mais especificamente, de mudança de percepção, para uma sociedade plúrima, e não baseada na logística de "um padrão" de feminino.

sábado, 15 de agosto de 2009

Falando sério sobre óleos!

Depois de ler tanta informação e escutar aqui e acolá muitos dados sem sentido, resolvi dar meu pitaco. Sei lá, sentia-me muito omissa em relação aos ensinamentos a às fórmulas (lembrei-me das aulas de Química na UnB), mas, diante de tanta atrocidade que tenho lido, fruto de algum delírio existencial muito grande, decidi sair do armário alquímico e arriscar, ao menos, desmistificar a tonelada de abobrinha solta por aí...
Óleos, óleos, óleos, muito simples: alinhamento planetário (seguindo mapa natal e revoluções), elemento a ser trabalhado e oráculo. Pronto...
Algumas dicas sempre são IMPORTANTES para os neófitos na arte sagrada e antiga de elaboração de óleos de ervas...
  • Não adiantam desculpas, ÓLEO TEM QUE CHEIRAR BEM!!! Não tem desculpa: se, na primeira lunação, você tirar a tampa do frasco e subir aquela coisa mórbida, jogue fora e comece tudo novamente!
  • Por favor, não confundam óleo essencial com essência!!! A essência não pode ser passada no corpo, tá? Se tiver dúvida, basta ver o preço: 30 ml de óleo essencial pode custar até 100,00.
  • Para o óleo essencial render, simples, simples: diluição em óleo de amêndoa, de uva ou mineral.
  • O que é do ar é CÍTRICO.
  • O que é do fogo é CÍTRICO-AMADEIRADO.
  • O que é da terra é AMADEIRADO.
  • O que é da água é DOCE.
  • Usar vidro âmbar, pois filtra a luz do sol e impede modificação no óleo.
  • Não usar metal pois reage e modifica a substância.
  • DECOCÇÃO: fervura da água com RAIZ ou SEMENTE.
  • INFUSÃO: introdução da ERVA, das FOLHAS na água ebulindo, deixando repousar.
  • MACERAÇÃO: erva é ESMAGADA no almofariz.
  • PULVERIZAÇÃO: etapa posterior à maceração, com o esfacelamento da erva.

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Simone de Beauvoir

Uma pessoa notável...
Simone de Beauvoir, que magnífica pessoa!

A lua minguante e o coração partido

Coração partido, quebrado ao meio, pulverizado... Quem nunca passou pela incômoda sensação de aperto, como se alguém estivesse comprimindo o tórax, deixando-nos sem ar?
Ou, ainda, aquela sensação de falta de chão?
Lua Minguante, bota fora no coração!!! Hoje é sexta-feira, dia consagrado a Vênus, Freya...Tempo de mudança, porque a lua mingua e, com ela, a reflexão chega...
Sempre ouvi dizer que a Lua Minguante servia para banir, mas acho que isso é muito maniqueísmo lollypop...
A face Anciã remete para o foco no aqui e no agora, com a percepção reflexiva sobre tudo que passou em nossos ciclos.

Gastando menos água na pia...

Nas lojas de 1,99 existe um bico plástico, acoplável à torneira. Nossa, dá uma ilusão de enxurrada!!!! Mas, de fato, reduz a quantidade de água que você gasta. Ah, aproveitando, basta encher um recipiente com água e ir, aos poucos, tirando de lá.

Relaxante muscular

Pegar meio maço de alecrim fresco e macerar (de preferência em um lugar que não seja alumínio). A maceração solta a canforação da erva. Coloque a erva num vidro pequeno de álcool e deixe por uma semana...Ah, não vale álcool em gel, óbvio, né?

Equimose e hematomas

Maceração com a erva, da mesma maneira feita em relação ao alecrim. Mas, nesse sentido, a arnica solta seu bálsamo mais rápido. Dois dias de repouso e o vidro de álcool já está com o líquido verde! Importante! Uso externo.

Borra de café e jardinagem

Borra de café, excelente fertilizante natural, junto com casca de laranja e o sumo, para quem não o utiliza...basta colocar na terra, removendo-a, aos poucos...

Do you believe in Nature?

Um dia desses estava conversando com uma pessoa que se dizia cética, porém, partidária da Biologia Evolucionista e da chamada "ciência" causal determinista. Sim, aquela mesma galiléica-newtoniana, que se ocupa de traçar conexões de causal e consequência a partir do equacionamento e da observação fenomênica (vixe, o que e isso? Ah, simplificando, a concepção clássica de ciência, que se baseia na estrita compreensão do mundo a partir de vínculos de resultado - mas que sejam, de algum modo, captados ou captáveis pelos "métodos" tidos como aceitos).

O tema da conversa foi astrologia e herbologia... O cidadão argumentou não "acreditar" nisso. Foi então que providencialmente perguntei: "Do you believe in Nature?" Essa pergunta encerra uma petição de princípio, uma "pegadinha"...

Lembrei-me, mais uma vez do conceito de Physis dos pré-socráticos... numa compreensão de conexão radial entre indivíduos, Cosmos e Todo, aproximando-se, assim, do que alguns hoje chamam de Holismo (apesar de reconhecer que as maiores abobrinhas que já ouvi encerravam esse conceito também, coisa de mercadologia, entendem?).

Eis o ponto onde quero chegar: eu não preciso "acreditar" em astros, estrelas, abóbada celeste, propriedades do alecrim ou quaisquer outros elementos da Natureza... Estão ali, há milênios, realizando o que, para nós, seres humanos apartados da Physis, seria milagre...sobrenatural... Por isso a necessidade de religare como uma expressão de volta ao lar...

Não preciso acreditar que o boldo é ótimo, que a carqueja é excelente, que a valeriana, a beladona e o maracujá acalmam. Aliás, o simples fato da gringalhada querer patentear a Floresta Amazônica inteira já mostra que, independentemente do meu umbigo egóico existencialista sartreano, existe algo em outro subnível... Que aponta para o sentido de uma percepção de existência e de causalidade que, sinceramente, um paquímetro e uma pipeta não captam...Muita densidade, muito P = m X g para eles, dêem licença...

E por que, então, ficamos nessa mesma tecla já empoeirada, repetindo como papagaio-de-pirata as mesmices: quem sou, de onde vim e para onde vou? Meu, sentir o invisível, deixando a sensação de bem-estar entranhar-se... Eis a questão... Não se foge de quem se é...

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Repúdio ao Programa "Assombrações" da Discovery

Ontem fiquei ES TAR RE CI DA com um programa chamado Assombrações, que transmite experiências sobrenaturais (pois é, é difícil falar em sobre + natural, mas até entendo, afinal, a Inquisição e os Concílios soterraram de vez o conceito de Physis grego).

Daí, a bola da vez no programa foi uma experiência "ocultista" de uma senhora que mexia com wicca. Sim, sim, novamente, o fubá feito com os conceitos de "ocultismo" e "wicca". A partir de então, passei a ver o programa com total falta de credibilidade.

Ele mostrou a prática wiccana da senhora - não sou wiccana, mas percebi mais farofa de fubá ali - com inúmeras percepções e práticas equivocadas, de mera manipulação etc.

Mas, ao final, a redenção, pois o cristianismo aparentemente a salvou.

Sinceramente? Não aguento tamanha ignorância, que apenas reforça o preconceito e o RETORNO DA CAÇA ÀS BRUXAS.

Portanto, se você acha mesmo que as pessoas esquecem a Inquisição, ela está apenas mais sutil, em nível subliminar, porém, não menos preconceituosa e sectarista...

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Moonlight blessing

"Lua cheia, lua bela, enfeitando o céu sempre a brilhar...Vêm passando as estrelas, Firmam aqui o seu pousar...Nesse dia de Luna PlenaRogo à Deusa te abrigarEm Sua mão sempre serena, que se estende até o mar...Que segredos guarda o Cosmos, que tanto tem a ensinar?Sopra, vento, sopra forte e muda, assim, a minha sorte...Por três vezes três, que a Lua bela sempre o faça muito forte... Para o vento desta vida ser seu rumo e seu norte...Três vezes três, hey ho!"

Femininos e masculinos: a polarização da ilusão

Iludimo-nos, é bem certo, porque, desde sempre, sintetizamos o mundo numa lógica pretensamente ordenada, de natureza cerebral e mental, catalogando tudo e todos, de acordo com juízos antagônicos: sabemos do bom porque contra ele nominamos o mau...sabemos do frio porque o quente a ele se antagoniza - na verdade, antagoniza-se à ilusão de existir o frio, o quente, e tudo...

Feminismos, masculinismos, mesma dialógica da criação antípoda, que limita as possibilidades do Todo.

Preciso usar calça jeans porque a saia é feminina e a calça me coloca em patamar de igualdade???? É isso?

Se uso cabelo comprido, estou na lógica da subserviência de Eva, ou, então, na opressão de Lilith, desterrada para os confins da terra. Se os uso curtos, sou isso, aquilo, e adiante. Sou tudo, menos o que sou, em essência, porque de tão rotulada nessa dilógica imbecil, ninguém mais sabe de si como essência, porque ninguém mais sente "de Si", em si.

Aliás, o si deixou de existir porque o me impera, tangenciando o apelo da contundência bipolar da alma que se fragmentou...NÃO SOMOS PEDAÇOS DE VIDRO...por que, então, comportamo-nos como CACOS? Não seria, pois, uma estratégia para vencer um medo que apenas existe porque o ego está suplicando por um pouco mais de atenção???

O que existe depois? O que existe é o Todo em si, em mi, em todas as melodias, numa sinfonia que poucos, encarnados, sutilmente agregam...

É o se...em si...em mi.

Insistência

Por que as pessoas insistem no resgate de algo que não mais existe?
Não se cansam e vão, vão, vão, até a hora em que recebem uma porrada no meio da fuça....
Sim, não sei se estou acreditando na força do argumento religioso, em nível algum...
Aliás, nem sei se acredito mais em alguma coisa que não seja o Não-existente...
O que vi nesses dois anos daria um livro: egos, superegos, falsários, ególatras e mentirosos...todos à espreita da Verdade Sagrada porque, de fato, coitados, o Sagrado princípio da criação é feminino...
E da dor em não ter útero vem o ódio mortal à entranha...

Newton e Einstein

Nature and Nature's law lay hid in night. God said “Let Newton be” and all was light. It did not last: the Devil howling “Ho! Let Einstein be!” restored the status quo. After a while, playing dice, thinking they were free In the space-time they started singing “What will be, will be!”

Os ciclos lunares

No ciclo da Lua Branca a ovulação coincide com a Lua Cheia, sendo que a menstruação vem exatamente na Lua Negra (Lilith) - 3 dias antes da Nova. Como a ovulação trabalha na lunação de fecundidade, está associada a tudo que expressa prosperidade, procriação e fecundidade. Já o ciclo da Lua Vermelha é mais introspectivo, pois, como se estabelece ao contrário (ovulação na Lua Negra e menstruação na Cheia), simbolicamente marca a internalização... Hey ho!

O ciclo vida-morte-vida na espiral celta do renascimento

"Em YULE a Criança-Rei nasce, com a promessa da esperança que no ventre a Deusa carrega. Hibernamos, refletimos, paramos

Para em IMBOLC manter.

Nesta data o leite é farto,

a Deusa amamenta o Rei.

Em OSTARA tudo é equilíbrio

Dia e noite, Deusa e Deus

Sol e Lua para florescer

Em BELTANE, Deusa e Deus deitam-se no solo.

Fecunda Gaia, sexo à flor da pele.

Sagrados bebês e tochas flamejantes

Para em LITHA o Deus ser pleno.

Dia mais longo, finda a vida.

O Deus está caminhando para o Outro Mundo.

Em LUGHNASADH agradecemos

Queimamos o que não serve.

Em MABON, a seca, fecha o Deus o ciclo, para em SAIMHAIM, findar"

Cânfora e esterilização

Dr. Márcio Bontempo (CRM-DF 15458) é homeopata e médico sanitarista. Achei interessante uma dica simples dada por ele.
O médico lembrou que gripe espanhola não atingiu os profisisonais que lidavam com os doentes, sabem por que? Usavam um saquinho de gaze com pedras de cânfora pendurados no pescoço. As emanações da cânfora esterilizam o ar em sua volta e protegem as mucosas.

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Aniz estrelado e erva-doce para a resitência à gripe óinc óinc

Minha querida amiga Mary Angel enviou essa notícia e eu fui checar... O anis estrelado é o extrato-base (75%) da produção do comprimido Tamiflu. O anis estrelado, amplamente cultivado na China, é o extrato-base (75%), da produção do comprimido Tamiflu, da Roche (empresa do antigo Secretário de Defesa dos EUA Donald Runsfield).Mas, como é um pouco difícil encontrar o anis estrelado aqui no Brasil, podemos usar o nosso anis mesmo - a erva-doce - pois esta erva possui as mesmas substâncias, ou seja, o mesmo princípio ativo do anis estrelado, e age como anti-inflamatória, sedativa da tosse, expectorante, digestiva, contra asma, diarréia, gases, cólicas, cãibras, náuseas, doenças da bexiga, gastrointestinais, etc...Seu efeito é rápido no organismo e baixa um pouco a pressão, devendo ser feito o chá c/apenas uma colher de café das sementes para cada 200ml de água, administrado uma a duas vzs dia, de preferência após uma refeição em q se tenha ingerido sal.Se vc está lendo, ajude a divulgar o uso da erva-doce como preventivo do H1N1, ou mesmo como remédio a ser tomado imediatamente após os 1ºs sintomas de gripe, pois seu princípio ativo poderá bloquear a reprodução do vírus e mesmo evitar seu maior contágio.Porém, pouco ou nada adiantará utilizar a erva-doce após 36 horas do possível contágio pelo H1N1, pois a erva ñ terá mais força substancial p/bloquear a propagação do vírus no sistema respiratório.Efeitos colaterais: pequena sonolência nas 2 primeiras horas - evitar dirigir e/ou operar máquinas.
Obs:- O uso da erva-doce é alternativo e poderá ser até eficaz, mas ñ substitui a assistência médica necessária.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009


VALERIANA (Valeriana Officinalis): relax total, calmante, sedativa, ansiolítica, espasmolítica, relaxante e anti-ulcerogênica. Indicada para dores de cabeça, neurastenia, epilepsia, cardiopatia nervosa, TPM.

Arnica...linda!


ARNICA (Solidago microglossa / chilensis): cicatrizante, antiinflamatório e antitérmico natural, usada em ferimentos, escoriações, traumatismos, contusões. Tóxica em altas dosagens. Em Alto Paraíso, o pessoal costuma fazer uma tal de pinga de arnica!!!!!!!!!!!

Erva cidreira...um barato!


ERVA CIDREIRA (Cymbopogon citratus):Calmante, espasmolítica, antimicrobiana, indicada para cólicas uterinas e intestinais. Cuidado com a ingestão da folha, pois possui espículas que podem ferir mucosas.

Alfavaca...



ALFAVACA (Ocimum basilicum): contra parasita intestinal, baixa febre, indicado também para gripe, tosse noturna (seca), bronquite, além de ser utilizado para afecções da garganta, na forma de bochecho e gargarejo. Por conter cânfora, não é indicado nos 3 primeiros meses de gravidez

Vivenciando o Sagrado nos caminhos da prática solitária


As primeiras palavras de um escrito são um começo. Disso ninguém duvida, até mesmo porque, antes das letras, fisicamente não existe artigo. Mas, poucas e afortunadas almas sensíveis indagam sobre a anterioridade do que se concretizou nas letras justapostas, trazendo o brotamento e a explosão do rico e denso conteúdo da alma de quem está imantando de sua mente o que escreve.

O que está por trás disso tudo é verdadeiramente mais importante, tanto para quem escreve - autêntica doação de suas entranhas - como, também, para quem, de alguma forma, procura absorver a delicadeza transmutada em prosa, verso, conto ou relato. Não seria exagero afirmar ser o caminho solitário do escritor até a concretização na aparência do real – mundo físico – o mais importante, por conta das marcas que agregam o espírito e que podem ser partilhadas com quem se encontra também na busca.

Assim sendo, não importa o físico paginado na grotesca bidimensionalidade “achatadora” da alma porque é na invisibilidade do mundo etéreo que a vida se processa. Tamanha riqueza e complexidade, lente alguma pode desnudar, pois, como diria Exupéry, o “só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos”.

O caminho do coração é a linguagem mais perfeita para a tradução dos anseios da alma e do espírito, não podendo ser substituído pelos labirintos de uma racionalidade tortuosa que, no suspiro pelo domínio e poder, empacotou milênios de conhecimento intuitivo em fórmulas mágicas, designadora de possíveis rascunhos que um Ser Superior utilizou em Sua aquarela criadora.

Qual é, portanto, o ato divino de gênese, a mais pura demonstração de arbítrio criador a dar origem às nossas conversas? Por que, dentre tantas opções, iniciei buscando razões, justificativas para algo tão aparentemente óbvio? Não seria mais fácil revelar detalhes técnicos, dados objetivos, ou, ainda, apelar para o aveludado “era uma vez”?

Simples. Porque esse artigo já teve vários inícios, todos rapidamente apagados da memória do computador, por não representarem o que minha alma busca incessantemente: recolhimento de fragmentos e reminiscências, ao longo de um percurso repleto de cores, amores e dores. Dentro do recolhimento feito em anos e anos de vivência pude, finalmente, colocar num papel toda a incandescente flâmula de experimentação, em vários níveis, do caminho no Sagrado Feminino.
Fui de um ceticismo cego até a mais pura demonstração de misoginia travestida de paganismo proselitista, coberto de dogmas, para mergulhar em mim e na intensidade do que significa o viver a Bruxaria, e não reproduzi-la em receitas ritualísticas.

Por isso, não tenho pretensão de recolher almas, ceifar séquitos, ou, ainda, retirar das livrarias cifras mercadológicas. Também não tenho a menor intenção de fazer um tratado em auto-ajuda, talvez porque não saiba, ainda, o que “auto” e “ajuda” poderiam significar para outra pessoa, que não para mim! Muito menos almejo virar autora de um best seller, pois meu propósito, até aqui, é muito mais simples: escrever para quem, de alguma forma, sente-se identificado com as marcas em meu caminho.

Portanto, se você estiver esperando uma fórmula completa e fechada de acesso à felicidade - miraculosa anestesia para as desventuras de todas as almas perdidas - aconselho a fechar imediatamente esse artigo: esses escritos não servem para você, pois não quero ou posso ajudá-lo. Meu compromisso limita-se a repartir a curiosidade que envolve a mente para algumas questões sobre a vida, os mitos e os discursos que estão em nossas vidas há tempos e que tentaram, a todo custo, aniquilar a sacralidade do feminino.

No caminho de lembranças dessa vida, aportei no dia 27 de março de 1973, próximo a Mabon, tendo como ascendente Áries, Sol neste mesmo signo, na casa 12, para onde vai também minha Vênus, também em Áries.

Desde cedo ouvia minha querida mãe numa mágica conversa com as plantas e os animais, percebendo na intrínseca conexão com a Natureza o engate para um revelador mundo sistêmico de reciprocidade e implicações mútuas de causa e efeito, tal qual intuiu Fritjof Capra em sua vasta bibliografia.

Percebo e vivencio o Sagrado Feminino como herança do que foi violentamente retirado pelo sopro conquistador de um astuto poder patriarcal, mas que foi salvo, de alguma maneira, pela transmissão hereditária de práticas, transformadas em histórias, mitos e fábulas.

Também partilho a idéia que o pensamento avassalador guiou o Império Romano ao aniquilamento das antigas culturas antigas, estando também presente no decorrer de todo o processo de monopólio de conhecimento produzido até a Idade Média, encerrando tudo em seus monastérios e encaminhando os questionadores às chamas das fogueiras.

Eis o motivo essencial da ligação entre o resgate da Antiga Religião e a contestação de uma estrutura de poder intolerante, violento e perseguidor, já que este trouxe, ao longo de nosso passado histórico e espiritual, inúmeras demonstrações de mentiras e impropriedades que precisam ser desnudadas no terceiro milênio, sob pena de continuarmos na ignorância e no preconceito.

Faz sentido, agora, a ausência de pretensão quanto ao dogma? Busco reformular em minha mente sucateada de posturas, os pensamentos e as valorações da vida e da realidade, num suceder geracional que se preocupa em pesquisar suas origens. Esse tem sido meu caminho: a busca de uma identidade, a partir das reminiscências gravadas do inconsciente coletivo para minha parcela de existência.

Sempre permaneci um pouco alheia àquilo que se definiu como “realidade” [1], pois além de ser filha única e ter construído um mundo excêntrico e particular, apreciava viver isolada de meus colegas na escola, pois as brincadeiras não me interessavam muito. Gostava de brincar com alquimia e magia, enquanto a meninada ficava na clássica “queimada”.

O contato com o universo simbólico mágico veio cedo. Minha avó, a matriarca do clã, levava-me para brincar com umas coleguinhas na casa de uma vizinha como uma vida muito, muito peculiar. Logo na entrada da casa, havia um corredor, embaixo de um túnel de plantas, uma espécie de caramanchão.

O jardim de dona Maju[2] tinha uma coletânea das mais belas e diversificadas plantas e flores, todas com um colorido espetacular, completado por anões de louça no centro. Eu achava o máximo, principalmente por não ver a chata da Branca de Neve por lá!

A porta de entrada da casa ostentava um sino dos ventos a tilintar, anunciando o interior de um aquecido lar, algo tão surpreendente, que as lembranças ainda agora me são nítidas, mesmo depois de 30 anos já passados! Basta fechar os olhos para a cena retornar ao meu coração com nitidez solar.

Ao fundo havia uma sala de jantar, separada do restante do ambiente por uma cortina de miçangas de conchinhas. A parede desta sala era feita de pedra, encerrando, logo atrás, uma lareira a ostentar um grande corno de cervo! Ai, ai, são descrições que nunca esquecerei.
Ah, e tinha mais! Desta sala partia uma porta lateral que desembocava num mini-jardim com musgos, plantas, trepadeiras e um sapo deitado próximo a uma escadinha que nos levava para uma laje, para tomar sol.

Deleitava-me neste imenso palácio de poder com meus amiguinhos, em brincadeiras que não poderiam ser diferentes do ambiente, pois viajávamos para outros mundos, sentindo e enxergando realidades que adulto algum seria capaz de entender.

Estávamos, num momento, na Grécia, dançando com Terpsícore, a semideusa – ou musa - grega da dança; em outro, numa fazenda. Nossas bicicletas de rodinhas eram motos, cavalos, naves espaciais. A casa era um portal dimensional que nos levava para terras longínquas, cujo retorno somente era possível quando nossas avós chamavam-nos para as refeições. Como explicar esse toque inventivo? Mágica.

Tudo isso era pactuado com minha adorável mãe, pois, afinal, era ela quem mais me estimulava nessa vida. Sou-lhe muito grata por ter me proporcionado uma infância livre, e uma vida igualmente livre, por meio da conscientização quanto às responsabilidades!

Pois bem. Você acredita que ela até me vestiu de Princesa? Em pleno Ostara! Lembro-me da fantasia: uma saia de tule branco, com apliques de fores coloridas, feitas por ela, de papel crepom. Na cabeça, um adorno com essas mesmas flores. Achei legal, pois todo mundo vestido da fadinha e eu, super diferente, de Princesa da Primavera!

Poderia gastar ainda mais palavras falando sobre todas essas histórias que servem de fundamentação da minha herança, mas acho que o livro não teria mais espaço para outros assuntos igualmente interessantes. Eis o motivo pelo qual falarei logo do download aos dezesseis anos, que fez com que eu me voltasse para a Arte.

Havia, sem êxito, tentado freqüentar cultos e reuniões de algumas religiões, vindo a insatisfação com a ausência de respostas e o simplório maniqueísmo de se dividir tudo e todos em conceitos tão banais de “bem” e “mal” [3], catálogos perigosos e eugenésicos, ambos definidores do destino de quem é rotulado.

Um belo dia estava a contemplar uma agenda presenteada por um amigo egípcio de minha mãe, quando fui arrebatada por uma tremenda vontade de escrever. Quando terminei, simplesmente havia registrado a estrutura de um coven completo, composto por graus e hierarquia: primeira sacerdotisa, segunda sacerdotisa, sacerdote, rainha e rei!

Decidi, então, chamar minhas vizinhas para iniciarmos nossa sociedade secreta! Claro que não deu certo, pois as jovens meninas acharam minhas idéias muito malucas, e acabaram não dando qualquer credibilidade. Hoje, depois de muito tempo, vim a compreender que aquele toque do Universo foi direcionado apenas para mim, não havendo qualquer sentido para outras pessoas. Segui, então, sozinha, o trilhar.

Tempos depois, fui aprovada no vestibular de Física, pois desejava ser astrofísica e contemplar os astros e a Lua. Na Universidade, meu pensamento voou longe.

Penso ter cursado o suficiente da Física para descobrir em Albert Einstein um grande Iniciado, em Fritjof Capra um vanguardista e em David Bohn um revolucionário. Quando percebi outros vôos possíveis, mudei para o Direito. Pôxa, você poderia dizer, o que tem a ver o Direito com a Física?

Ah, por favor! Não é à toa que tudo que tem sido até aqui exposto veio de toda uma história de vida pregressa essencialmente mágica! Não desejo ficar explicando em termos lógico-racionais o que está além deste véu de ilusão que insistimos em colocar em nossas frontes!

É o sentir que verdadeiramente importa. Sentir com cada elemento que compõe nossa imensa cadeia interacional, tanto em nível subatômico, com, também, em termos cosmogônicos!

Vivencio hoje a prática solitária, pois minha querida mãe reside em outra cidade. Tentei participar de grupos, ou, ainda, de encontros em torno de egrégoras[4], celebrando a Lua Cheia, mas minha veia lupina sempre me encaminhou para o retiro e recolhimento.

Cheguei a conhecer alguns grupos interessantes, com pessoas adoráveis, mas nunca permaneci muito tempo em coletividade, porque a sensibilidade em relação ao Sagrado veio apenas a partir do exato instante em que vivenciei a experiência sozinha, ouvindo a vibração de cada partícula do meu corpo.

Sinto o caminho solitário como uma via muito interessante de senda conectiva aos mistérios da Natureza e do Saber. Não afirmo isso porque me encontro na solitude, mas por extrair do aprendizado por tentativa e erro a necessidade de escutar os anseios do coração, pois a alma canta melhor na calmaria do espírito que foca sua essência. Dessa maneira, não é de fora para dentro que se revelam os mistérios antigos, mas, antes, da pulsação do que vem do fundo de nossa natureza que o Universo se revela.

Não seria prepotente de afirmar que o caminho é assim, parecido com uma experiência no laboratório do Dr. Maluco, porque não tomo a Natureza como objeto de estudo num sistema em que o controle dos dados está ao meu jugo! Ao contrário, neste cenário, antes da pesquisa exógena, o que procurei fazer foi construir as bases do caminho, a partir da auto-reflexão integrada ao Todo. A Natureza? Mestra, claro.


Resumindo: não conheço a verdade, não gosto de estruturar uma sistematização do pensamento, não obrigarei os leitores a seguir meus ritmos e ritos, pois a consciência quanto ao arbítrio e à manipulação impedem-me de agir de outra maneira.

Apenas desejo uma boa leitura – que pode ser feita na varanda ou em outro lugar aprazível, com uma boa xícara de chocolate quente com canela e cravo!!! O Sagrado Feminino e a bruxaria são o extraordinário contido nas singelas minúcias da vida, o pedaço mágico soterrado nos aspectos abscônditos do inconsciente primitivo de um mundo que está carente de contato com a Natureza de que é parte integrante.

Neste sentido, peguei meus grimórios sagrados e escrevi tudo que experimentei e vivenciei dentro do caminho em que sempre estive. O resultado estará disposto nas conversas seguintes, que espero serem de grande valia para os que procuram respostas.

Assim, a solitude é apenas aparente, porque advém, logo a seguir, a profusão da completude, que é exatamente a (re)conexão ao Universo, eterno berço de nossas trajetórias!

[1] Ao falar de “realidade”, refiro-me à estrutura que nossos sentidos físicos depreendem estado de percepção. A integralidade do viver, contudo, não se limita à delimitação corpórea, pois o Universo interacional perpassa nossos invólucros, para abranger uma série incognoscível de dimensões.
[2] Dona Maju para preservar a identidade de minha querida e doce senhora, envolta em suas batas e vestidos indianos, ostentando uma longa piteira!
[3] Claro que não desconsidero ou desrespeito as religiões que me dispus a estudar. Igualmente não desconheço uma existência dual de mundo. Questiono a maneira simplista de reducionismo com que certas verdades são apenas transmitidas, de maneira dogmática e pouco intuitiva, em relação a como o Universo delimita todo um sistema de forças e de energia.
[4] O que são egrégoras? Acho que a egrégora é a atmosfera psíquica que se dá como resultado de aglutinação de idéias-força, motivadoras de uma “massa”, ou melhor, de uma projeção resultante de pensamento ou de voluntariedade projetada.

domingo, 9 de agosto de 2009

Festa Medieval


Festa onírica, de acesso aos portais dimensionais da alma. Um retorno a egrégoras do passado. Organizada por duas pessoas MA RA VI LHO SAS, Caio e Marcelo, a Festa acontece duas vezes por ano, uma, no Inverno e outra, celebrando a Primavera e Ostara!

Disciplinas, ritos e métodos,
Linguagem tortuosa da mente...
Apego ao não-apego, apegando-se ao que se julga não se apegar.
Apego pelo não-apego, apelo pelo mero apego,
Medo do apego, no desapego de não se apegar...
Trocadilhos do medo, da mente que mente, sente, porque descrente...
Apego, não-apego, basta,
Por si só, para se apegar.
Virtudes criadas?
Hábitos consolidados?
Espelhos controlados?
Mente, que mente-mente-desmente-à frente
Não mais que de repente...
Construções...
Virtude...mente...
Hábito...mente...
Disciplina...mente...
medo...de repente,
de sentir, no fundo do peito,
o vazio de não deixar fluir o que não está
na mente...
Desejo de vir a ser...não é
não se é no devir de ser...
Nisso, é a mente o complexo,
quando o coração, mais simples, apenas flui...
Contentamento?
Despojamento?
Enfrentamento?
Encantamento?
Fuga?
Proximidade?
Categorizações...mentem, sentem, não mais que
de repente,
levando, em si a Verdade,
da conexão, breve regalo,
para a dualidade, fragmentária.
No risco fronteiriço do apego-desapego, apego-não-apego, apego ao avesso...
Apenas a fluência...

Copaíba abençoada!

COPAÍBA (copaifera langsdorffii): antimicrobiano (staphylococus aureus, bacillus subtilis, escherichia coli), antiblenorrágico (DST), cicatrizante, antiinflamatório local e interno, diurético, expectorante. (garganta, picada, feridas, pele, trato urinário). Ano passado eu caí da bicicleta e a cicatrização foi ótima passando copaíba, bem como ingerindo-a!

Os benefícios da carqueja

CARQUEJA (Baccharis trimera): indicada para problemas estomacais, hepáticos, verminose, úlcera, diabete. Há que utilize até contra a malária, anemia, garganta inflamada. Efeito hipoglicêmico.

Propriedades mágicas do confrei


CONFREI (Symphytum officinale): curativo em ferimentos abertos, equimoses, fraturas. Indicada também para estômago, disenteria, hemorróidas, tosse, bronquite, menstruação irregular. Na forma de cataplasma, alivia nas picadas de insetos, bem como em queimaduras.

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

O início de tudo...

Hoje é um dia especial, pois, em segredo, criei um mundo e imantei minha marca de passagem por essa terra maravilhosa... a própria Terra, berço do enraizamento de todas nós, celebrantes do Sagrado, do desconhecido e do imperceptível véu de transição para nossa essência...