segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Fàilte, Moon Day!


Moonday, ou, melhor, já se adaptando à modernidade, Monday ou dia da Lua, o dia de hoje marca, no calendário gregoriano, a transposição dos dias da semana que celebravam os deuses e as deusas romanas e setentrionais.

Esta tradição aproveita o ecumenismo da humanidade convertida ao cristianismo, comemorando a diversidade de arquétipos e egrégoras, bem como direcionando, em cada dia da semana, um atributo especial ligado a uma divindade.

Hoje é dia de falar sobre a Lua, a Senhora de Todos os Mistérios...

Império dos atributos femininos (mesmo diante de uma pós-modernidade que pulveriza o binário macho-fêmea, volto para meu lar sagrado e me prostro diante da compreensão de status e papeis exercidos em face de um conhecimento hermético, sagrado e superior, que aponta a polarização dos princípios masculino e feminino), segunda-feira é um dia de introspecção, intuição, psiquê em acalanto e reflexão, bem como de atividades divinatórias, sempre que relacionadas à intuição e percepção sensorial. Um dia auspicioso para a auto-reflexão e autoconhecimento.

Dia interessante para leitura de runas, tarot e demais oráculos, ainda que o dia, por excelência seja a quarta-feira, dia de Hermes, o mensageiro. O que torna a segunda-feira predileta por mim para colocar runas conecta-se à alta capacidade de ligação com o universo sagrado do mundo psíquico que o dia representa, pois a Lua exerce um fascínio, bem como o fundamento de cronologias... Basta perceber a relação direta entre lunações e menstruação, bem como entre lunações e gestação, já que a contagem se vincula ao número de luas que se passaram...

Quando desejo muito encontrar ou ver alguém, entoo a rima lunar: "Eu vejo a Lua, a Lua me vê. a Lua vê ( ) quem eu quero ver", uma espécie de scrying, ou seja, de divinação, porque estamos a procurar por uma pessoa, em especial, para a conexão.

Não se trata de energia de manipulação, mas, apenas, de visão omnisciente e sem qualquer modificação na linha cármica, já que não estamos nos imiscuindo no livre arbítrio. O que a rima invoca é o poder de visualização de determinada pessoa, para que possamos saber sua localização, nada mais... Se quiser potencializar - ainda mais - a visualização, podemos usar um cristal pendular e um mapa do local (no caso, aqui pelas bandas do cerrado, do DF).

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